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Ser ou Praticar no mundo corporativo

Esta semana estudei muito sobre Ser e Praticar, com aplicação para a vida pessoal (familiar e espiritual). Neste contexto, “Ser” resulta em “Praticar“. Mas “Praticar” sem “Ser“, tem resultados desastrosos.

Dada nossa atividade no mundo corporativo é natural que façamos uma reflexão sobre “Ser” e “Praticar” do ponto de vista profissional.

Praticar, no dicionário, tem como definição o ato de “Exercer; exercitar: praticar um ofício. Realizar; levar a efeito”. Em outras palavras, praticar é realizar uma ação repetidamente, com certa regularidade temporal, ou realizada uma única vez, na qual é concluída. Nos esportes, praticar significa repetir sistematicamente até que o movimento seja feito de forma automática e sem erros.

Ser, no dicionário, significa “Ter uma qualidade ou um modo de existir, indicado pelo adjetivo que segue mediata ou imediatamente o verbo. Exemplo: Ser talentoso”.

No mundo corporativo há lugar para duas classes de gestores e colaboradores. Os que são profissionais e os que praticam o profissionalismo.

Os primeiros são aqueles que possuem a qualidade (característica) pessoal de agir sempre com respeito pelo semelhante e pela hierarquia organizacional, e a conduzir com ética e responsabilidade sua vida profissional. Essas pessoas são comprometidas com a organização em que atuam e buscam sempre o melhor e o certo por dois motivos simples e claros: é o melhor e é o certo.

Noutro lado temos as pessoas que praticam o profissionalismo. Estas são aquelas que não possuem essa característica como parte de seu “modo de existir”, mas que entendem as regras corporativas e que precisam praticar as características que o mundo corporativo exige. Novamente: respeito pelo semelhante e pela hierarquia organizacional, ética e responsabilidade.

A vida de quem “é” profissional é muito mais fácil do que a daqueles que “praticam” o profissionalismo, pois é muito mais natural “ser” do que “praticar”. Ser é prazeroso. Praticar, para quem não é, pode ser doloroso ou, no mínimo, exaustivo.

Mas há pessoas que não “são” e não “praticam” o profissionalismo. Para esses o recado do mundo corporativo é simples e direto: “Não há vagas!”.

Sucesso!

Edson J. Araújo Filho

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